Dois Amores

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Dois assuntos fazem meus olhos brilharem: Tecnologia e Pessoas, são meus dois amores.  Nem precisava dizer isso devido ao nome do espaço que é Tecnologia Humana, mas vale frisar.  Para me ver feliz basta ter novidades tecnológicas e pessoas para trocas ideias.  Já passei depois de alguns anos no mercado de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), por projetos realmente sensacionais e que me trouxeram muita satisfação. Gerenciar projetos é uma paixão, e ontem ainda conversava com um empresário amigo meu falando disso.  É algo realmente empolgante ganhar um projeto e começar a dar forma a solução que sairá dos requisitos mapeados, das horas de desenvolvimento  e das discussões de ideias.

Esses são ingredientes da minha felicidade, e não tem como negar o quanto amo algumas siglas maravilhosas como: B2B, B2C, C2C, GED, GID, ECM, ERP, MS, ITIL, COBIT, PMI, MPS.Br, etc.  Tecnologia da Informação é isso uma eterna sopa de letrinhas (risos).  Acompanhar não é fácil, e todo profissional de TIC é um autodidata por natureza.  Imagina pagar todos os treinamentos e certificações que existem.  Confesso que não tenho a maioria das certificações, mas tenho a paixão por aprender, e já fiz muitos treinamentos.  Não gosto, porém de manuais, por isso nem sempre me verão com um por muito tempo, mas sem dúvida vão me ver com o sistema instalado e navegando em comunidades onde os tutoriais e posts proliferam.

Os manuais técnicos não fazem mais parte da minha rotina, hoje os troquei por livros de gestão de equipes, projetos e processos.  Que eu com entusiasmo vejo evoluir a todos os dias, simplificando a vida dos técnicos e melhorando a qualidade das entregas aos clientes.  Um dos livros, porém que tenho de citar é o do Aguinaldo Aragon Fernandes e Vladimir Ferraz de Abreu intitulado Implantando a Governança de TI.  Esse foi um presente da Brasport, por um artigo no site Profissionais TI.  Recomendo a leitura dele para gestores e quem sonha em gerir equipes de TI.  É um bom recurso a se investir.

Falhas sempre acontecerão, mas o importante é aprender com elas.  Os processos evoluem por isso e as pessoas também.  Com tanta tecnologia, temos de cuidar para prestar atenção às pessoas, ontem estava pensando nisso enquanto separava material para um workshop de liderança.  Um líder desenvolve uma equipe muito experiente e madura, quando foca processos e pessoas, de forma a tirar lições das falhas.  Infelizmente nem todos os gestores e líderes de equipe se preparam para situações de falhas, mas uma coisa é certa elas em muitas ocasiões estarão presentes.

Essas e outras reflexões fazem parte do meu cotidiano. Quando amigos me pedem indicações, clientes me pedem recolocações e eu mesmo busco projetos como PJ para gerenciar.  Lógico que o resultado da entrega é fundamental, mas imagine se você no final da entrega perder a equipe inteira?  Será que compensa?  Isso explica porque amo pessoas, mesmo amando a tecnologia. Uma não vive sem a outra e se você tiver de investir mais tempo em algo, que seja com seu desenvolvimento pessoal e em como gerir pessoas.

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Saber o que se quer

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Alguns possuem a grata e feliz satisfação de saber exatamente o que desejam para suas vidas, outros ainda não sabem.  Como saber o que se deseja é fundamental para quem quer avançar rumo aos projetos e planos que traçou.  Vou levantar aqui alguns pontos para meditação. Afinal um novo ciclo de 365 dias está começando e nada melhor do que organizar as metas pessoais.

 

Algumas questões para te ajudar:

  1. Pense todos os dias em pequenas metas e tenha o hábito de verificar se conseguiu atingi-las.
  2. Observe as situações e veja como resolvê-las.
  3. Quebre grandes situações ou problemas em pequenas partes, como Jack e então trabalhe diligentemente em cada umaO “monstro” vai desaparecer.
  4. Mensure sim tudo o que for possível: Exemplo: Você quer ser maisEntão com quantas pessoas você falou hoje?
  5. Quando você for executar uma tarefa ou atividade, observe como se sente? Gosta de fazer o que está fazendo?
  6. Entenda o que direciona ou impulsiona você a fazer algo e então verbalize “Isto é importante para mim por causa ... e ...”.
  7. Note as coisas que lhe são naturais, coisas que você faz com facilidade e se sente bem ao realiza-Você pode encontrar um novo talento.
  8. Aprenda a viver o agora. Faça mais do seu final de semana. Estabeleça metas para as coisas que quer fazer, com quem quer estar e as contribuições que você quer.
  9. Inspire-se eTrate bem sua intuição, o que ela lhe diz, invista tempo até perceber e encontre um novo frescor para a sua vida.
  10. Defina metas e direções para seu futuro e persiga seusMas divirta-se na jornada, afinal é ela que te dará a experiência.

Fonte: http://tecnologiahumana.com

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Como vai sua relação com o dinheiro?

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Em um bate-papo com uma amiga, ela me comentou da sua dificuldade de lidar com o dinheiro.  Na realidade esse não é um assunto novo nas rodas de bate-papo com os amigos, muitos vivem se queixando das dificuldades em lidar com suas contas e economizar.

Eu gosto muito do tema organização financeira, talvez por que desde muito cedo tive de aprender a lidar com ele de forma a fazê-lo render.  Minha origem humilde me fez valorizar cada oportunidade de ganhar dinheiro, e a minha tendência empreendedora não deixava passar em branco esses momentos.

Lendo a Suze Orman no seu livro Women & Money, me deparei com uma frase bem interessante que traduzirei aqui “Nós temos de desenvolver uma relação saudável e honesta com nosso dinheiro.  E nos temos de ver esta relação como um reflexo da nossa relação conosco mesmo.”

Parei nesse ponto do livro e fiquei horas pensando nele, algumas pessoas possuem a tendência de sempre estarem no vermelho, e algumas pesquisas dizem que o gênero feminino é bem pior.  Eu não luto com esse problema, pois quando me dei conta da situação em que eu estava inserida, meu primeiro impulso foi sair dessa situação.  A veia empreendedora se manifestou cedo, ainda no colégio quando vi que o essencial que tínhamos poderia sim resultar em grandes resultados.

Fiz papeis decorados e personalizados de cartas para vender, era um empreendimento sustentável.  Aproveitava embalagens e papeis usados para criar os meus modelos.  Depois disso veio o período em que atuei como manicure, fazia as unhas de todas as tias e primas que me procuravam.  Ganhar e investir meu dinheiro corretamente foram ensinamentos que busquei aprender.  Então aprendi a tratar esse companheiro com muito respeito e honestidade.

O treinamento no Ministério Crow, os livros que li em que cada um dos autores coloca sua maneira de se relacionar com o dinheiro, foram investimentos que fiz.  Fico bem feliz de ver que hoje tenho o meu pacote de coaching financeiro e posso ajudar outros nessa relação que muitas vezes se complica.  Aprender a ter uma relação saudável com o dinheiro é a chave para uma vida equilibrada e próspera.  Ser próspero não significa ser rico ou milionário, mas ter suas contas em ordem e ainda assim conquistar seus sonhos de consumo e realizar projetos pessoais.

Três pequenos passos e reflexões para você começar a sua grande virada esse ano:

  1. 1.Tome consciência da sua relação com o dinheiro:
    Como é?
    Onde você gasta?
    O que você sente quando gasta?
  2. 2.Assuma a responsabilidade sobre o dinheiro:
    Por que você gastou?
    O que você esperava de resultado ao gastar?
  3. 3.Decida mudar o rumo da relação:
    O que farei de agora em diante?
    O que faço com as contas que tenho?

Se ao responder pelo menos uma dessas perguntas e o sentimento for de desconforto ou tristeza, então está na hora de buscar ajuda e tenha uma relação mais feliz com você e o seu dinheiro.

Fonte: http://tecnologiahumana.com

 

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Tecnologia Humana: Engajamento

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Acho essa palavra maravilhosa, ela é muito positiva e inspiradora, outro dia estava pensando nela e comecei a descrever um pouco do que ela me transmite e cheguei à palavra “ENTROSAMENTO”.  Observando um casal próximo a mim, reparei na troca de olhares que se seguiram.  Sem dizer muito, talvez pelo local onde estivéssemos – um avião, ele estavam ali próximos sem falar alto, sem muito gesticular, mas com uma troca de olhares que só casais muito apaixonados são capazes de trocar.  Tudo em torno deles fluía com muita naturalidade e cumplicidade.

Numa equipe de alta performance é possível observar como o trabalho flui de maneira muito natural, o entrosamento acontece exatamente por cada um saber o seu papel e como complementar seu time através das suas responsabilidades.  No entrosamento notamos outra palavra “COMPROMETIMENTO”.  Sim o comprometimento das pessoas num time que funciona é assim, as pessoas se sentem bem no grupo, sentem que realmente fazem parte da equipe e podem contar umas com as outras para o que der e vier.

Uma equipe que conheci e com a qual tive o imenso prazer de trabalhar, vivenciei esse tão sonhado engajamento.  Observei, porém que isso não ocorria nas empresas onde as regras de conduta são rígidas, mas naquelas em que o respeito era valorizado em todos os níveis inclusive os pontos de divergência.  O clima das reuniões com essa equipe era acalorado.  Para quem chegava para uma reunião conosco pela primeira vez até se assustava, pois éramos aguerridos em nossas posições.  Ao chegarmos à decisão por onde seguir, uma coisa era louvável com esse time, ninguém voltava atrás e/ou ficava jogando contra.

O tempo e o contratempo sempre existiram nos projetos, mas não nos importava o vento contrário, ali estava um time de profissionais comprometidos com o resultado e não havia desvio de foco, “lavávamos a roupa suja dentro de casa” e íamos em frente.  Se a tarefa de um colega atrasava, o outro estava ali para ajudar.  Cada um tinha o seu papel, mas nunca precisávamos implorar por ajuda. Um sabia da necessidade do outro e estava disposto a fazer um pouco a mais pelo colega ao lado.  Em outras experiências ao longo de mais de 20 anos de vida profissional, me pergunto se tantas regras relacionais estabelecidas e a polidez excessiva faz bem ao crescimento das equipes.  É um contrassenso talvez a reflexão que faço aqui, mas ainda acredito na sinceridade mesmo quando dói.

Na intenção de manter um clima organizacional harmonioso e na intenção positiva de evitar conflitos será que não estamos mascarando a verdade e por isso mesmo o engajamento dos times está cada vez mais difícil de ser alcançado.  Sim, pois a defesa das ideias de uma pessoa mais passional passa muitas vezes a ser interpretada como uma rebeldia ou desobediência, e na realidade é dessas ideias contrarias e das discussões aguerridas que observei projetos maravilhosos saírem.  Além de ver profissionais muito mais comprometidos e entrosados atuando.

Não faço aqui qualquer apologia aos rebeldes sem causa, aos quais costumo chamar de rebeldes sem calça (ainda usam short, pois são meninos).  Mas dos profissionais que embasados em conhecimentos técnicos e experiência defendem ideias e opiniões.  Algumas pessoas não deveriam nem fazer parte de uma equipe, pois não possuem nenhuma habilidade de comunicação e interação, os prolixos e os que adoram “dar letrinhas” que também não acrescentam em nada.  Tirando os extremos de cada comportamento, uma coisa eu sei que time “screen saver” que na frente do chefe é uma coisa e no background age de forma contrária, nunca alcançará um entrosamento que gere realmente engajamento.

O meu ponto de vista é que engajamento começa quando o time não tem reservas para falar o que pensa, discutem ideias, planos, projetos e soluções.  E quando saem das reuniões não sentem necessidade de falar com um ou outro em paralelo, pois tudo o que tinha de ser dito, foi dito ali na sala, entre quatro paredes e ali ficou.  Podem se encontrar fora dali e agirem como colegas de verdade, sem politicagem e jogo de influência.  Engajamento começa com a construção de uma relação verdadeira entre os membros do time e ocorre de forma espontânea.  Acordar um dia e decidir formar um time engajado vai necessitar de muitas horas de investimento.  E sabe o que é mais gostoso, mesmo quando você deixa de fazer parte da empresa, ainda vais fazer parte do time, esteja você onde estiver.

 

fonte: http://tecnologiahumana.com

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Tecnologia Humana: Tanto Faz

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Já prestou atenção naquele tipo de pessoa que diante de uma escolha diz assim “Tanto faz, uma ou outra está bom para mim”?  Bem já prestei atenção e na realidade muitas vezes me vi fazendo o mesmo.  Não eram decisões que eu consideraria essenciais, mas algumas vezes eu me arrependi de ter delegado a decisão.  Foi um prato de carne quando na realidade queria peixe.  Uma salada de fruta na sobremesa, quando na realidade o creme de papaia com cassis era o desejo.  Mas isso é o que acontece quando se fala “Tanto faz”, alguém escolhe por você.

Quando me deparo nas conversas com esse tipo de discurso do “tanto faz”, eu sinto um desconforto.  Isso porque no fundo eu sei que se o resultado for ruim a pessoa que terceirizou a decisão vai colocar a culpa em quem escolheu.  Afinal ela não decide muitas vezes exatamente para ter essa desculpa.  Ou poderá ainda acabar sendo condescendente demais nas suas negociações gerando acumulo de insatisfações.  Nas questões importantes será que não fazemos isso também?  Eu cuido muito para não fazer, e você?

Decisões sejam elas quais forem, requerem que estejamos absolutamente comprometidos em fazê-las.  Somente quando nos conhecemos bem e passamos a agir como únicos responsáveis pelas nossas decisões é que poderemos fazer realmente boas escolhas.  Boas escolhas não significam um mar de rosas, um caminho florido repletos de bons resultados e sem percalços. Mas significam crescimento e evolução com as experiências pessoais e profissionais que a jornada proporciona.  Toda experiência é fruto de uma necessidade de aprendizado.  Abrace então suas escolhas como um presente.

Conheço profissionais que depois de anos de uma decisão tomada seguem suas vidas se questionando se a decisão de mudar de empresa, empreender ou definir uma solução foram decisões acertadas.  Ficar remoendo algo que já passou não ajuda em nada essas pessoas em seus processos de desenvolvimento pessoal e profissional.  Decida com responsabilidade e siga em frente.

Outro dia fui surpreendida com um colega que disse “estamos arrependidos não é?” e eu prontamente retornei “nós quem?”.  Sim porque eu não me arrependi de ter tomado algumas decisões, mesmo que isso significasse deixar algo concreto e me ”aventurar” num novo projeto.  Posso não ter um saldo bancário maravilhoso em decorrência disso, mas sem dúvida carrego hoje uma bagagem de conhecimento que não obteria sem essa decisão de trocar o rumo da carreira.

No momento de decidir aprendi lendo o sábio Salomão em Provérbios 11:14b que, “… mas na multidão de conselhos há segurança.”  Então continue pedindo conselhos de pessoas sábias e de bom caráter ao seu redor, mas tenha consciência de que a decisão final deve ser sua, não transfira essa responsabilidade.  Fuja do “tanto faz”.  Você tem uma escolha e você pode fazê-la.  Se a decisão não agrada a todos (e quem consegue isso?), mas te agrada, então siga em frente.  Ninguém consegue agradar a todo mundo, então saiba que Tanto faz, não satisfaz especialmente a você.

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