Toptal lança Bolsas de Estudo para Mulheres Desenvolvedoras de Software

Por Márcia Santos Almeida. Publicado em Notícias

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Toptal, a rede global de desenvolvedores de software freelance de elite lança as Bolsas Toptal para Mulheres Desenvolvedoras de Software, um programa para apoiar e capacitar as mulheres que aspiram a se tornar engenheiras de software profissionalmente. Como parte de seu compromisso com a permanente formação de fortes equipes de engenharia básica e de redes de talentos em engenharia, Toptal faz um chamado ás mulheres de todas as partes do mundo e de todos os níveis de ensino a aplicar a12 bolsas as quais serão concedidas durante o próximo ano. As vencedoras receberão uma contribuição de US$ 5.000, formação técnica semanal personalizada e orientação de um engenheiro de software sênior da Toptal. Este prêmio vai ajudá-las a alcançar seus objetivos no caminho para o profissionalismo como futuras engenheiras de software.

"Inúmeros estudos mostram que equipes com grande diversidade de conhecimentos e opiniões obtém melhores resultados e maior inovação. Isso é algo com que a gente esta muito familiarizada em Toptal. Nossa equipe principal e os membros da rede de engenheiros são de todo o mundo e de diferentes origens sociais", disse Breanden Beneschott Co-Founder da Toptal.

As bolsistas têm a oportunidade de usar o dinheiro da maneira que melhor contribuipara prosseguir as suas ambições de se tornar engenheiras de software no futuro. Por exemplo, esse dinheiro podeser de ajuda parapagar a mensalidade no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, pela sigla em Inglês); para cobrir o custo dos cursos em Coursera; para ser usado como um salário próprio enquanto trabalham em Open Source ou em empreendimentos startups.

"Atualmente no setor da tecnologia, a educação de qualidade pode vir de diferentes e valiosos lugares, e isso é algo que realmente abrange esta bolsa de estudos", disse Anna Chiara Bellini, Diretora de Engenharia da Toptal. "Esta bolsa lhes permitirá as selecionadas aprender e melhorar suas habilidades como queiram, sem a necessidade de se limitarem a um sistema educativo rígido”, acrescentou.

Gigantes como a Apple, Google e Facebook divulgaram relatórios os quais mostram que as mulheres representam apenas 16% da força de trabalho de engenharia na indústria tecnológica. A diferença é ainda maior quando você olha para Open Source, onde as mulheres representam apenas 6% dos usuários da plataforma de desenvolvimento colaborativo GitHub. As bolsas de estudo Toptal visam àsensibilização sobre este problema e procuram minimizar esta brecha, dando apoio ás aspirantes a uma carreira como engenharia de software.

Para se candidatar a uma bolsa, cada aspirante deve fazer uma contribuição para Open Source no GitHub e escrever um post no blog descrevendo sua própria experiência, os problemas que teve que resolver, e o que aprendeu dessa experiência. Para ajudar a quem são contribuintes de Open Source pela primeira vez, Toptal disponibilizou de uma guia de instruções. As vencedoras serão escolhidas por um comitê de seleção conduzido por Chiara Bellini, e as finalistas de cada mês terão uma entrevista diretamente com o júri.

Saiba mais sobre o programa, visite: http://www.toptal.com/scholarships.

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Nota de Esclarecimento e Agradecimentos

Por Cleiviane. Publicado em Notícias

12002188 865996200153628 7127600388224987032 nNa nova era da informação você não detêm apenas informações sobre si mesmo, e maioria das pessoas não conhece sobre ameaças digitais.

Responda: você contaria à um estranho aleatório na rua:

  • Sua ultima localização (Incluindo casa, trabalho, escola, lojas, festas)
  • Os nomes de seus pais e crianças, idade e imagens.
  • Seus interesses favoritos (filmes, livros, esportes etc.)
  • Confirmar se está em um determinado evento
  • .... e mandaria Nudes?

só no Brasil, o crime contra Vítimas de vazamentos de sexting e nude-selfies dobraram no último ano último ano segundo dados do Safernet (http://new.safernet.org.br/#). A maioria das vítimas são mulheres. Para proteção das vítimas, há o Código Penal (crimes contra a honra e que envolvem uso indevido de imagem), a Lei Maria da Penha (violência psicológica) e o Marco Civil da Internet. Mas será mesmo que isso tem adiantado muito para proteção de quem sofre cyberbullying?

Baseadas nisso, e inspiradas nest post (http://goo.gl/ba7aJc), o qual agradecemos imensamente às autoras. Decidimos fazer uma campanha com este tema polêmico para conscientização sobre a Segurança da Informação e Privacidade na Internet.

O Grupo /MNT-Mulheres na Tecnologia é um grupo que busca a equidade de gênero na tecnologia, quem quiser saber mais sobre segurança digital veja o slides da palestra (http://goo.gl/Nm5zpj) ou convide a professora Christiane para palestrar no seu evento. 

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Abertas as Inscrições para o 3º Encontro Nacional de Mulheres na Tecnologia

Por Márcia Santos Almeida. Publicado em Notícias

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Já estão abertas as inscrições para o 3º Encontro Nacional de Mulheres na Tecnologia e você não pode ficar de fora!

Acontecerá nos dias 11 e 12 de setembro, na cidade de Goiânia-GO e esperamos a participação de 300 pessoas entre profissionais, estudantes e interessados nos assuntos da área de Tecnologia da Informação e Gênero.

Será uma ótima oportunidade para trocarmos ideias, conhecimentos, iniciar discussões sobre nossa carreira, mercado de trabalho, tendências tecnológicas e etc. Muitos grupos e iniciativas de mulheres estarão conosco.

Mais informações e inscrições em: http://mulheresnatecnologia.org/encontro2015/

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Meninas conquistam espaço na área da robótica

Por Márcia Santos Almeida. Publicado em Notícias

A professora Christiane Borges Santos destacou a importância de incentivar as meninas a desbravarem a área de tecnologia e apresentou o Projeto Robótica e Metareciclagem para Meninas.

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Você está fazendo isso como uma menininha, faz como homem. Já ouvi muito isso. Eu faço jiu-jitsu, então eu luto como uma menina, mas isso não quer dizer que eu lute pior ou não”. Essa foi uma das declarações feitas pela professora, pesquisadora e membro do Comitê Gestor do Grupo Mulheres na Tecnologia (MNT), Christiane Borges Santos, durante a palestra “Robótica: uma forma lúdica de atrair meninas a tecnologia”.

Que as mulheres conquistam cada vez mais o seu espaço no mercado de trabalho, isso não há a menor dúvida. Christiane atua no Instituto Federal Goiano (IFG) de Luziânia, a quinta cidade mais populosa do estado de Goiás. No entanto, a instituição não oferece cursos de ensino superior na área das exatas. “Para quem deseja seguir esse caminho, fazer uma engenharia, por exemplo, só tem a Universidade de Brasília (UnB)”, afirma.

Segundo dados de 2010 da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoas de Nível Superior (Capes), a porcentagem de homens e mulheres matriculados em cursos de graduação era de 43% homens e 57% mulheres. Em relação às bolsas de pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a maior porcentagem de mulheres é nas áreas biológicas e de saúde, enquanto os homens ocupam maior número nas exatas e engenharias. “Fiz um curso em que eu era uma das poucas mulheres. No mestrado, eu era a única mulher. Como tentar mudar um pouco isso?”, questionou Christiane. Foi então que, por meio de um edital que envolveu diversas instituições federais, com o objetivo de ampliar o número de estudantes mulheres nas profissões de ciências exatas, engenharias e computação, surgiu o projeto Robótica e Metareciclagem para Meninas.

A iniciativa envolve robótica e metareciclagem, que é a utilização de equipamentos de informática, celulares e outros eletrônicos que seriam jogados fora. Assim, alunas do Ensino Médio da Escola Estadual Vasco dos Reis Gonçalves, aprendem com o desafio de dominar os recursos da robótica e construir os seus próprios projetos. Para incentivar as estudantes, Christiane utiliza exemplos de aplicação prática dos estudos, como, por exemplo, na automação residencial e industrial, além das possibilidades que o mercado profissional oferece. “Nossos próximos trabalhos a serem desenvolvidos são a participação na Olímpiada Brasileira de Robótica, a construção de robôs para identificação de gases e a utilização da robótica como mecanismo de acessibilidade para pessoas com deficiência visual”, salienta Christiane.

Assista a palestra.

Robótica em alta na educação

Na foto ao lado, Clarice (esquerda) e a colega Elizabeth, membros do GT Educação do FISL e funcionárias da Secretaria de Educação de Porto Alegre, respondem a enquete sobre quais seus softwares livres favoritos. Elizabeth e Clarice utilizam Inkscape, Scribus, Gcompris e OpenShot

No sábado (11), o Grupo de Trabalho de Educação do Fórum Internacional Software Livre se reuniu na sala Paulo Freire para fazer uma avaliação das atividades realizadas durante os quatro dias de evento. Na ocasião, os membros dos GTs Robótica e Educação anunciaram um evento na área de educação e robótica que deve ocorrer no segundo semestre de 2015.

Durante o FISL, nossos espaços voltados para a área estão sempre cheios, pois o conceito de educação está se ampliando e se transformando. Por isso, surgiu a ideia de fazermos um evento focado em robótica e educação e que seja itinerante”, explicou a coordenadora do GT Educação, Clarice Abrahão. 

Ainda pouco trabalhada nas escolas brasileiras, a robótica permite que a criança exercite além da criatividade, a lógica, muito necessária em todas as outras áreas do conhecimento. “Atualmente, os materiais didáticos que temos não são muito acessíveis e próximos da realidade educacional brasileira. A robótica está muito presente em nossas vidas, mas não estamos trabalhando com a mesma intensidade nas escolas”, explicou um dos coordenadores do Grupo de Trabalho de Robótica Livre do FISL, Eloir Rockenbach.

*Na foto acima, Clarice (esquerda) e a colega Elizabeth, membros do GT Educação do FISL e funcionárias da Secretaria de Educação de Porto Alegre, respondem a enquete sobre quais seus softwares livres favoritos. Elizabeth e Clarice utilizam Inkscape, Scribus, Gcompris e OpenShot.

Fonte: FISL16 http://softwarelivre.org/fisl16/noticias/meninas-conquistam-espaco-na-area-da-robotica

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O Manifesto do Código - The Code Manifesto

Por Ana Barcelos. Publicado em Notícias

Relato sobre a palestra de Kayla Daniels no JAB15 por Ana Barcellos - Analista de TI e Voluntária Joomla.

"Você é muito competente para uma mulher."
"As mulheres devem ser boas designers, porque elas gostam de fazer coisas bonitas".

Esse é o tipo de coisa que se ouve quando se é uma mulher na área de desenvolvimento web, conforme a palestrante Kayla Daniels no evento J and Beyond, realizado em maio de 2015 em Praga, para um público de desenvolvedores em CMS Joomla.
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O Manifesto do Código, projeto de Kayla, surgiu da vontade de contribuir para que os ambientes de trabalho de TI tornem-se  mais saudáveis para todos, homens e mulheres. 

"Queremos trabalhar em um ecossistema que capacita desenvolvedores a atingir todo seu potencial, que encoraja crescimento e colaboração. Um espaço que seja seguro para todos.

Um espaço como este beneficia a todos que dele participam. Encoraja novos desenvolvedores a entrarem em nosso campo. É através da discussão e colaboração que nós crescemos, e através do crescimento que nós melhoramos."

Para que esse espaço seja construído, o manifesto sustenta os seguintes valores:

1. Discriminação nos limita. Isso inclui a discriminação com base em raça, sexo, orientação sexual, identidade de gênero, idade, nacionalidade ou qualquer outra exclusão arbitrária de um grupo de pessoas.
2. Limites nos honram. Seus níveis de conforto não são os níveis de conforto de todos. Lembre-se disso e, se alguém chamar a sua atenção, acate.
3. Somos nosso maior patrimônio. Nenhum de nós nasceu mestre. Cada um de nós foi ajudado durante o caminho, devolva o favor, quando e onde puder.
4. Somos recursos para o futuro. Uma extensão do item #3, compartilhe seu conhecimento. Transforme-se em um recurso de auxílio àqueles que vierem depois de você.
5. Respeito nos define. Trate aos outros como gostaria de ser tratado. Discuta, critique e debata respeitosamente. Pergunte-se: isso é verdade? Isso é necessário? Isso é construtivo? Qualquer outra coisa não é tolerável.
6. Reações requerem graça. Respostas irritadas são válidas, mas as ações de linguagem abusiva e vingativos são tóxicos. Quando acontece algo que ofende, lidar com isso de forma assertiva, mas ser respeitoso. Escalar razoavelmente, e tentar permitir que o infrator a oportunidade de explicar a si mesmos, e, possivelmente, corrigir o problema.
7. As opiniões são apenas isso: opiniões. Todos e cada um de nós, devido à nossa formação e educação, têm diferentes opiniões. O fato da matéria é que é perfeitamente aceitável. Lembre-se: se você respeitar suas próprias opiniões, você deve respeitar as opiniões dos outros.
8. Errar é humano. Você pode não querer, mas erros acontecem. Tolere erros genuínos e não hesite em se desculpar se você fizer o mesmo.

O documento está disponível em: http://codemanifesto.com

Você pode contribuir com a tradução no GitHub.

Na palestra, Kayla respondeu a várias perguntas do público, que vieram ao encontro da discussão ocorrida no grupo Joomla! Women quando do lançamento do site mulheres.joomla.com.br, em março deste ano. Por exemplo: "Separar algo para mulheres não é segregar? Isso não seria discriminação?" Kayla responde que, embora o ideal é que tenhamos um espaço para todos, a realidade é que, infelizmente, ainda são necessários esses eventos/grupos para que as mulheres sintam-se mais confortáveis e acolhidas. Kayla lembra também que esses espaços em geral são abertos para todos, ou seja, os homens também podem participar - e de fato alguns participam.

keyla ana

Kayla Daniels
Author of the Code Manifesto. Passionate about clean code and strong communities, and a huge advocate for developer equality.

Twitter: @kayladnls

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