#Enquete: Autorrealizar-se

Por Márcia Santos Almeida. Publicado em Notícias

Já estamos organizando nosso 4º Encontro Nacional de Mulheres na Tecnologia onde queremos trabalhar algumas dinâmicas sobre a vida profissional na área de TI.

Para termos uma visão geral, lançamos esta pesquisa sobre a autorrealização na carreira. Já parou para pensar em:

Aonde queremos chegar? Quais os nossos sonhos profissionais?
Como nos realizamos profissionalmente?
E os principais desafios para alcançá-los?

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A Danielle Gomes, conselheira gestora do grupo /MNT e coach propôs algumas perguntas para juntas construirmos algumas alternativas para chegarmos lá. Responda e nos ajude a divulgar: https://goo.gl/cK86Nn

 

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Pesquisa Stack OverFlow revela participação de mulheres na comunidade

Por Márcia Santos Almeida. Publicado em Notícias

Anualmente o portal Stack Overflow, comunidade para tirar dúvidas sobre desenvolvimento de software, realiza uma pesquisa com seus usuários. Conforme o site, esta edição, realizada em fevereiro 2016, foi a que mais alcançou público: Foram 26.086 pessoas de 157 países que responderam a 45 questões e entre os perfis há desenvolvedores, tanto mobile, front-end, ou geral.

O que nos impressiona é o número de mulheres: Apenas 5,8%.

gender

 

Como os envolvidos sugerem, talvez a pesquisa não retrate a sua total realidade mas com certeza falta proatividade de quem trabalha na área para criar um ambiente mais acolhedor para as mulheres.

 

Confira resultado completo da pesquisa: http://stackoverflow.com/research/developer-survey-2015#overview

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Estatísticas da Educação Superior em Computação - 2014

Por Márcia Santos Almeida. Publicado em Notícias

O INEP disponibilizou as estatísticas sobre a Educação Superior da área de Computação relativas ao ano de 2014. Tem muita coisa interessante por lá, e o que mais gostamos são os dados referentes a gênero.

Com base nos dados disponibilizados, fizemos os seguintes gráficos para visualizar as diferenças de matrículas e conclusão nos cursos relacionados a TI. Veja:

 

Matriculados por Gênero
Ano Feminino Masculino Total
2001 28281 89070 117351
2002 33190 111905 145095
2003 36627 133902 170529
2004 38061 147846 185907
2005 41230 168450 209680
2006 42151 182456 224607
2007 44613 210156 254769
2008 54662 241683 296345
2009 54000 246743 300743
2010 52643 261793 314436
2011 49958 257434 307392
2012 47777 255297 303074
2013 47154 259737 306891
2014 49042 272078 321120

matriculados

 

Concluintes
Ano Feminino Masculino Total
2001 3380 7256 10636
2002 3470 9225 12695
2003 3881 11437 15318
2004 5216 16574 21790
2005 6455 21452 27907
2006 6450 23400 29850
2007 6432 26019 32451
2008 6775 28505 35280
2009 8955 36364 45319
2010 7762 34714 42476
2011 6902 33222 40124
2012 7127 33420 40547
2013 6448 31940 38388
2014 6404 32938 39342

conluintes

É, em meio a uma crescente no meio tecnológico, os dados afirmam: Está caindo o número de mulheres na área de TI. Já parou para pensar no porquê?

 

Dados completos do INEP você confere em: http://www.sbc.org.br/documentos-da-sbc/summary/133-estatisticas/1007-estatisticas-da-educacao-superior-2014. As estatísticas são produzidas pela SBC.

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As mulheres abrem mais o caminho no mundo do desenvolvimento e do design digital

Por MNT. Publicado em Notícias

O número de mulheres que estudam cursos relacionados com a tecnologia é menor ao número de homens que as escolhem, mas está aumentando. As empresas sabem de suas habilidades específicas e algumas estimulam sua inserção no mercado.

Existe um fato particular e preocupante: de acordo com os dados de grandes empresas tecnológicas, as mulheres representam apenas 30% da força de trabalho em áreas relacionadas à engenharia e à tecnologia. Esta desigualdade é conhecida com o nome de disparidade de gênero.
E em alguns casos, a taxa de participação feminina no setor é muito menor. Por exemplo, apenas 6% das mulheres fazem parte do GitHub, um dos principais sistemas de código aberto para programadores. Apesar da crescente consciência desta lacuna na indústria da tecnologia, a disparidade de gênero continua sendo profunda.
Do ponto de vista cultural, uma jovem que sai do ensino médio e quer ser engenheira de sistemas ou designer digital não é tão habitual. Talvez ainda haja muitos fatores culturais que incidem no fato de que as meninas se inclinem por outro tipo de carreiras, mais afastadas do mundo da tecnologia.
No entanto, as empresas precisam delas e as valorizam, porque compreendem que formar equipes de trabalho com maior diversidade de gênero é, sem dúvida, enriquecedor e que o olhar feminino tem muito para contribuir. Por exemplo, a Toptal, a rede mundial líder de desenvolvedores de software e designers freelance de elite, levou adiante uma campanha de Bolsas Toptal para Mulheres Desenvolvedoras, com a que procurou apoiar as meninas interessadas neste tipo de carreira para que pudessem atingir níveis de excelência educativa.
Além da ajuda financeira orientada neste sentido, a bolsa lhes deu a oportunidade de trabalhar com mentores da Toptal e aprender dos melhores, se inserindo em uma companhia que possui mais de 2.000 clientes, entre os que se destacam Airbnb, JPMorgan Chase, IDEO, Axel Springer SE, Pfizer e Rand McNally. Com ações como a da Toptal e a paulatina rejeição de mitos como os que as carreiras tecnológicas são “carreiras de homens”, as mulheres poderão ir se somando à força de trabalho nestas áreas, contribuindo com seu particular olhar e ponto de vista, para enriquecer o trabalho em curto e longo prazo.
A Toptal no Brasil
A equipe da Toptal está no Brasil oferecendo palestras de capacitação gratuitas, não só para seus desenvolvedores e designers, mas também para pessoas que estejam interessadas no setor e desejem saber mais sobre a companhia e o trabalho freelance. As cidades do road trip são Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Jose dos Campos, São Paulo, Curitiba, Blumenau, Florianópolis e Porto Alegre.
Toda pessoa, instituição ou universidade interessada nas palestras pode entrar no seguinte formulário para obter mais informação:
https://www.toptal.com/roadtrip/south-america-2016

 

Autora: Kathryn Moore
Kathryn é graduada recentemente pela Princeton University de Texas. Com uma licenciatura em filosofia e linguística, ela trabalha em Toptal no Growth Team com á mídia social e como PR da plataforma. Kathryn esta muito animada para conhecer desenvolvedores em toda a América do Sul e também poder praticar seu espanhol e português.

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